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Um dia como bombeiro: um desafio de “ferro”

Que ser um bombeiro não é tarefa fácil, isso nós já sabemos. Demanda força, coragem, determinação e muitas outras qualidades para desempenhar tal função. Mas o que muitas pessoas não sabem é o dia a dia desta profissão. E nesta semana, eu, Victória de Leon, jornalista da Qwerty, e o vereador Willian Bueno, recebemos o desafio de passar um dia como um bombeiro militar em Dom Pedrito.

Na manhã de quarta-feira (29), às 9h, chegamos ao quartel dos bombeiros para começar o dia, ainda sem saber quais as atividades que nos aguardavam. O primeiro compromisso foi junto ao Exército Brasileiro e Brigada Militar, acompanhando a vistoria em uma pedreira no interior do município.

Treinamento com roupas, equipamentos, primeiros socorros e muitas informações sobre dia a dia no Corpo de Bombeiros.

Mas a hora da teoria terminou: logo após o almoço, um chamado de emergência mobilizou a equipe e assustou os novatos. Um suposto incêndio em residência com vítima fez o coração disparar e quase “sair pela boca”. Foi neste momento que tivemos a real noção do trabalho do bombeiro: o peso da responsabilidade do bem estar de pessoas estava temporariamente em nossas mãos.

Pouco tempo depois de sairmos do quartel, a notícia: tudo não passara de um trote.

De volta para a base, treinos com água, prática e muitos aprendizados com o Soldado Macedo e o 2º Sargento Melo.

E no final, não poderia faltar o tradicional “batismo”, um banho de mangueira em frente ao quartel, para encerrar um dia marcante e de muito aprendizado.

Quanto ao nome dado à matéria, “ferro” é o nome dado para a campainha que toca a cada chamado de urgência. Após anos de serviço no Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul, os militares atuantes na Capital da Paz confessaram que a campainha ainda gera angústia e adrenalina a cada toque.

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