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Aneel reajusta bandeiras tarifárias da conta de luz em mais de 63%

A Agência garante que isso não tornará mais cara a conta de luz, já que desde abril a bandeira tarifária está verde, não havendo cobrança adicional

A reportagem da Qwerty Portal de Notícias noticiou no mês de abril que a conta de luz dos brasileiros passaria por um reajuste no valor cobrado. Só na região sul, esse aumento chegaria em 4,65%, impacto que não foi sentido na cobrança mensal devido ao fim da bandeira de escassez hídrica – a popular bandeira preta – que reduziu cerca de 20% no valor das tarifas.

Entretanto, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou ontem, 21, um novo reajuste no custo das bandeiras tarifárias, utilizadas em caso de escassez hídrica ou qualquer fator que aumente o custo de produção de eletricidade no país. A alta será de 3,2% a 63,7%, dependendo do tipo da bandeira em vigor.

Esses valores entram em vigor no dia 1º de julho, e devem ser revisados em meados de 2023. Contudo, a Agência garante que isso não tornará mais cara a conta de luz, já que desde abril a bandeira tarifária está verde, não havendo cobrança adicional – medida que deve prevalecer até o mês de dezembro.

Segundo a Aneel, a alta reflete a inflação e o maior custo com as usinas termelétricas em 2022, acionadas em momentos de crise hídrica.

Confira os novos valores das bandeiras:

Bandeira verde: sem cobrança adicional;
Bandeira amarela: +59,5%, de R$ 1,874 para R$ 2,989 por megawatt-hora (MWh);
Bandeira vermelha patamar 1: +63,7%, de R$ 3,971 para R$ 6,500 por megawatt-hora (MWh);
Bandeira vermelha patamar 2: +3,2%, de R$ 9,492 para R$ 9,795 por megawatt-hora (MWh).

*Com informações da Agência Brasil

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