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Em tempos de pandemia, Uma homenagem pelo dia internacional da Enfermagem

De Florence Nightingale aos dias de hoje, são homens e mulheres que se dedicam a arte de cuidar

Pode-se dizer que antes da “Dama da Lamparina”, apelido que Florence Nightingale recebeu durante a Guerra da Criméia (1853 – 1856) ao fazer rondas noturnas utilizando o aparato para iluminar os soldados feridos, a enfermagem não possuía uma técnica padronizada, fato que ela tornou por profissionalizar, principalmente a partir de 1860, quando fundou sua escola de enfermagem em Londres.

Com efeito, o mundo viria a precisar muito dos trabalhadores da área da enfermagem nas décadas que se seguiram – guerras, epidemias, catástrofes e é claro, pandemias. Sem menosprezar a medicina, ciência que evolui a cada dia e que tomou sobre si um conhecimento indiscutível, é ao enfermeiro, à enfermeira que cabe aquele contato mais próximo, quase maternal, e que fazem com que o paciente crie esse laço de carinho e confiança.

Hoje, mais do que nunca, o profissional de enfermagem se faz protagonista em uma luta diária para salvar vidas, para atenuar a dor, para curar, aliviar sofrimentos e consolar pacientes e familiares. Diante de uma pandemia, das incertezas, do cansaço, das marcas no rosto que as jornadas intermináveis lhes deixam, queremos homenageá-los, estimumulá-los. Dizer-lhes que não desistam, não fraquejem, pois o mundo precisa deles.

Enfermeiro, enfermeira, recebam a homenagem do grupo Qwerty.

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