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RS segue sob bandeira preta pela quinta semana consecutiva

Sistema de cogestão, que permite aos gestores municipais tornar menos rígidas, continua valendo

O Rio Grande do Sul permanecerá sob bandeira preta no modelo de distanciamento controlado pela quinta semana consecutiva. O mapa da 47ª rodada do sistema, divulgado nesta sexta-feira (26), mantém todas as 21 regiões em risco máximo, com altíssima taxa de ocupação hospitalar e velocidade de propagação do coronavírus. 

Assim como nas semanas anteriores, esse já é o mapa definitivo, sem possibilidade de envio de recursos por parte de associações regionais. A chamada regra 0-0, que abre a possibilidade para municípios sem registro de óbito ou hospitalização de moradores nos últimos 14 dias adotarem protocolos de bandeira vermelha, também segue suspensa. 

No entanto, a cogestão, que permite aos gestores municipais tornar menos rígidas as regras da bandeira preta, segue valendo. Esse sistema voltou no início desta semana. 

Permanece a restrição de horários a atividades econômicas, entre 20h e 5h, durante a semana. As exceções são os serviços essenciais, como farmácias, supermercados e comércio de materiais de construção. Aos finais de semana e feriados, fica determinada a restrição a setores considerados não essenciais durante todo o dia de forma presencial. As regras devem valer pelo menos até 4 de abril, data em que será celebrada a Páscoa. 

Segundo o governo estadual, a análise dos 11 indicadores que fazem parte do modelo de distanciamento controlado mostraram relativa estabilidade no total de internados em UTI (-1,8%) e redução nos casos confirmados com covid-19 em leitos clínicos (-11,5%). 

Por outro lado, o número de mortes por covid-19 seguiu elevado (+4%), registrando um total de 1.824 nos últimos sete dias, segundo o Palácio Piratini. 

Segundo o governo do Estado, a atual semana apresentou elevação de 2,5% no número total de leitos de UTI e diminuição de 1,7% no número de internados, o que mostra queda no indicador de leitos de unidade de terapia intensiva livres para cada ocupado. No entanto, o Piratini destaca que essa redução é insuficiente para classificar como estável a situação do Estado, que segue com pressão sobre o sistema hospitalar. 

Fonte: Gaúcha ZH.

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