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Grupo de narcóticos anônimos O Carvalho

Reuniões acontecem toda sexta-feira, às 19h, no auditório do conservatório

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Enfrentar os medos, enfrentar os desafios, enfrentar os vícios nunca são tarefas fáceis, mas com o apoio de familiares e amigos e o incentivo de um grupo voltado justamente para isso, tudo fica mais simples. Recentemente foi criado em Dom Pedrito o grupo de Narcóticos Anônimos O Carvalho, que busca prestar apoio e trocar experiências entre quem está passando por isso.

Robson Cardoso, fundador do grupo em Dom Pedrito, conta como surgiu a ideia: “Não tinha grupo de Narcóticos Anônimos (NA) na cidade, então quando eu estava em porto Alegre fazendo tratamento, comecei a frequentar algumas reuniões e um colega de grupo sugeriu a ideia de realizar algo parecido em Dom Pedrito. E essa ideia foi abraçada por mim”, ele destaca.

As reuniões do grupo acontecem toda sexta-feira, às 19h, no auditório do Instituto Artístico Carlos Gomes. Podem comparecer semanalmente pessoas que estão tentando a recuperação do vício ou que querem permanecer longe das drogas. Uma vez por mês, também será realizada um encontro aberto onde todo mundo pode participar.

Segundo Robson, os encontros funcionam no modelo de partilha, ou seja, os participantes dividem seus medos, anseios e todos os problemas que vem enfrentando assim como suas conquistas frente ao vício.

Para mais informações, acesse o site: https://www.na.org.br/

Os doze passos de Narcóticos Anônimos:

1 – Admitimos que éramos impotentes e que tínhamos perdido o domínio sobre as nossas vidas;

2 – Viemos a acreditar que um Poder Superior a nós poderia devolver-nos à sanidade;

3 – Decidimos entregar a nossa vontade e as nossas vidas aos cuidados de Deus, na forma em que o concebíamos;

4 – Fizemos um minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos;

5 – Admitimos perante Deus, perante nós mesmos e perante outro ser humano, a natureza exata das nossas falhas;

6 – Prontificamo-nos inteiramente a deixar que Deus removesse todos esses defeitos de caráter;

7 – Humildemente Lhe pedimos que nos livrasse das nossas imperfeições;

8 – Fizemos uma relação de todas as pessoas que tínhamos prejudicado e dispusemo-nos a reparar os danos a elas causados;

9 – Fizemos reparações diretas dos danos causados a tais pessoas, sempre que possível, salvo quando fazê-lo significasse prejudicá-las, ou a outrem;

10 – Continuamos a fazer o inventário pessoal e, quando estávamos errados, admitíamos imediatamente;

11 – Procuramos, através da prece e da meditação, melhorar o nosso contato consciente com Deus, na forma em que concebíamos, pedindo apenas o conhecimento da Sua vontade em relação a nós e a força para realizar;

12 – Tendo experimentado um despertar espiritual graças a estes passos, procuramos transmitir essa mensagem e praticar estes princípios em todas as nossas atividades.

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