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Não viu o eclipse solar? Confira na lente da Qwerty

Fenômeno pode ser observado a partir do meio dia desta segunda-feira

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Um eclipse solar poderá ser visto parcialmente no Brasil, principalmente na região Sul, nesta segunda-feira, por quase três horas. O sol desaparecerá por completo ao longo de uma faixa estreita que cruza Argentina e Chile, assim como os oceanos Pacífico e Atlântico. O final está marcado para as 15h12min, com altura solar de 51 graus. No momento máximo do eclipse, 63% do diâmetro solar estará encoberto pela Lua, o que corresponde a um obscurecimento de 54,4% da área do disco solar. Os números são muito semelhantes aos do último eclipse solar visto em Porto Alegre, no final da tarde de 2 de julho de 2019.

Fenômeno se repete só em 2023

O próximo eclipse do Sol visível em Porto Alegre será em 14 de outubro de 2023, porém, será bem menos impressionante que o de agora, pois o obscurecimento máximo será de apenas 17,5%. Já em 12 de setembro de 2034, o eclipse será durante a tarde, e o único do tipo solar anular visível na capital gaúcha em todo o século 21. Em um fenômeno desse tipo, a Lua, um pouco mais distante que a média, fica menor, não conseguindo encobrir por completo o disco solar: resta, então, um anel brilhante quando o satélite se posiciona bem no meio do Sol.

Não haverá nenhum eclipse solar total visível em Porto Alegre neste século. O último foi em 19 de setembro de 1419, e o próximo será só em 8 de janeiro de 2103.

Cuidados com os olhos

  • É importantíssimo alertar para o perigo de se olhar diretamente para o Sol sem proteção ocular adequada. Binóculos e telescópios não devem ser usados sem filtros especiais seguros e supervisão competente (preferencialmente de um astrônomo profissional ou amador experiente). Também não se recomenda o uso de radiografias ou óculos escuros para olhar para o Sol. O risco de lesões oftálmicas sérias é grande não por causa do eclipse em si, mas por causa do brilho excessivo do Sol.
  • Entre as técnicas seguras, recomenda-se projetar a imagem do Sol numa parede próxima, usando para isto um pequeno espelho recoberto de papelão, onde se faz um orifício do tamanho de uma moeda de dez centavos, ou então um vidro de máscara de soldador número 14, muito fácil de achar nas ferragens, a baixo custo.

Fonte: GaúchaZH

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