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Entidades temem quebra caso comércio feche novamente em Bagé

Preocupação é motivada pela possível mudança de bandeiras na região

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Nos últimos dias, Bagé vive a eminência da bandeira vermelha. Com o aumento da confirmação de casos da covid-19 após festas, a possibilidade da Rainha da Fronteira ter a classificação alterada no sistema de distanciamento controlado não está tão longe.

Isso causa preocupação entre a classe comerciária, que teme um novo fechamento do comércio. Pelo novo protocolo da bandeira vermelha, o comércio não essencial pode funcionar apenas nos sistemas de pegue e leve, tele-entrega e drive-thru, com no máximo 25% da capacidade de funcionários para garantir as operações.

Porém, para muitos comerciantes, principalmente os pequenos empreendedores, manter apenas esses sistema se torna inviável. Por isso, as entidades que representam o setor demonstraram preocupação com a possível mudança de bandeira.

“Tivemos um fechamento inicial e depois um período de adaptação a essa nova realidade. Agora é manter os cuidados necessários. Não temos como suportar um novo fechamento”, afirma Pedro Obino, presidente da Associação Comercial e Industrial de Bagé (Aciba).

Segundo Obino, o comércio não pode ser penalizado, já que não houve nenhum registro de contaminação dentro desses locais. “Não enxergamos qualquer motivo para um novo fechamento do comércio em Bagé.

O comércio segue 100% a cartilha de cuidados de saúde desde o começo, tanto que não há problemas registrados no comércio. Todos sabem de onde os novos casos vêm, por isso não podemos ser penalizados”, defende.

Outra representação da classe, o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Bagé (Sindilojas), Nerildo Lacerda, acredita que a mudança de bandeira não vai ocorrer e destaca o sistema de atendimento permitido.

“Foi uma vitória da Fecomércio, junto ao governador Eduardo Leite. Não acredito que vá ter mudança de bandeira, mas caso ocorra, o comércio poderá usar esse sistema de atendimento”, pontua.

Ainda assim, o mandatário do Sindilojas teme um novo fechamento. “Se isso realmente ocorrer, vai ser uma quebradeira total. Não podemos deixar que isso ocorra”, enfatiza.

Fonte: Folha do Sul

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