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QWERTY EDITORIAL – Qual é a primeira coisa que você vai fazer depois da pandemia?

O coronavirus afastou as pessoas, fechou o comércio, mostrou o melhor e o pior do brasileiro, mas também, despertou a solidariedade e a união da ciência em favor da vida. Em meio as dificuldades, pessoas fazem planos para quando tudo voltar ao normal (?)

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O ano de 2020 tem sido para a atual geração, como que estar em um filme, um pesadelo daqueles que não se consegue acordar, ou que volta a atormentar o nosso sono cada vez que se prega o olho. É que a nossa memória é curta, ou melhor dizendo, nós não temos o costume de estudar a nossa própria história para aprender com ela, aliás, os erros do passado deveriam, em tese, servir para isso mesmo, ou seja, para que no futuro, neste caso, o momento presente, não errássemos ou estivéssemos mais preparados para os reveses da vida.

Viver sobre a Terra é isso, um constante desafio onde os mais adaptados perpetuam-se. Nessa corrida evolutiva, todas as formas de vida competem entre si – bactérias, fungos e vírus são alguns microrganismos que, junto a nós, querem simplesmente viver. Não algo de justificável em tudo isso?

Pois bem. Viver é o que todos queremos. O problema é que nesse mundo que muitos julgam ser injusto, outros tantos também o querem, e nessa competição, o ser humano as vezes leva a pior. A pandemia, que não é a primeira, e é provável que não seja a última na história da humanidade, levando em consideração a atual forma como se trata dessa questão, veio sem pedir licença, sem fazer distinção entre os povos. Atravessou fronteiras, infectou os corpos, os corações e as mentes de milhões.

Há os que dizem que o pior já passou e nesse contexto, muitos fazem planos para que vão fazer depois que tudo voltar ao normal. Mas você já se perguntou: “As coisas realmente voltarão ao normal? Não seria melhor que tudo, realmente mudasse? Qual será o novo normal depois da pandemia?”

Enfim, entre uma e outra reflexão, o indivíduo planeja fazer tudo o que não pode fazer por causa do isolamento social:

– Deixar de usar a mascara talvez seja a primeira coisa;
– Fazer aquele churrasco e chamar os amigos para comemorar;
– Realizar a viagem que precisou ser adiada;
– Ir para a balada e voltar no outro dia;
– Ir ao cinema (onde existe, é claro);
– Visitar a Serrinha numa Semana Santa ou aos sábados e domingos;
– Sentar na praça em um dia de sol, etc.

As opções são muitas, mas talvez a coisa mais importante e que pode demorar um pouco mais de tempo, é retomar o jeito caloroso de ser do brasileiro. Nós temos a característica de tocar, abraçar, beijar, de estar juntos, seja entre amigos, colegas ou a família.

Abraçar o pai, a mãe, que na intenção de protegê-los, precisamos privar-nos de suas indispensáveis companhias.

Abraçar e apertar a mão dos amigos, algo que hoje não é aconselhável, em algum momento do futuro, fará mais uma vez parte do nosso dia a dia.

O distanciamento obrigatório nos mostrou o valor da união. O afastamento nos ensinou o quanto vale um abraço.

Permita a vida que, num futuro não tão distante, possamos nos dar as mãos outra vez.

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