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Inquérito que investiga morte de Emanuele já foi remetido ao judiciário

Laudo que poderá indicar de onde partiu o disparo que matou a vítima ainda não foi entregue

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O final da tarde do dia 5 de março deste ano ficará marcado para sempre na vida de uma família pedritense que perdeu um ente querido de maneira fatídica. Naquele dia, uma operação em conjunto da Delegacia de Polícia de Dom Pedrito e Brigada Militar, acabou com a adolescente Emanuelle Lemos Simões atingida por um disparo de arma de fogo que até hoje não foi esclarecido de onde partiu, em meio a troca de tiros entre a Brigada Militar e o bandido que se defrontou com os militares no local conhecido como Beco da Punhalada, Bairro Santa Terezinha, em Dom Pedrito.

Nossa reportagem conversou com a delegada de polícia, Daniela Borba e com policiais que participaram da investigação. De acordo com a autoridade policial, durante as investigações não foram encontrados indícios de imperícia, imprudência ou negligência por parte dos policiais que participaram da operação. O inquérito foi entregue à justiça em seis de abril desse ano sem nenhum indiciamento.

O principal componente que poderia elucidar de onde se originou o disparo que atingiu Emanuele é o confronto balístico das armas apreendidas com o projétil retirado do corpo da vítima, mas este, ainda não foi entregue pelo IGP – Instituto Geral de Perícias.

De acordo com fontes na Polícia Civil, ficou claro que o adolescente em fuga estava armado e que confrontou com os policiais. Durante a investigação foram cumpridas ordens judiciais na casa do adolescente de alcunha “Gogo”, onde seu irmão foi preso por tráfico de drogas. Um mês depois a mãe desse indivíduo também foi presa na mesma casa, também por tráfico.

Nossa reportagem também conversou com a Major Carla, do Comando Regional de Polícia da Fronteira, sediado em Santana do Livramento e que conduziu o IPM – Inquérito Policial Militar, para investigar a participação dos policiais da Brigada Militar de Dom Pedrito na operação do dia 5 de março. De acordo com a militar, o acesso as informações só poderiam ser passadas pelo comandante regional, no caso, o Cel. Burgel, que se encontra na capital do Estado atendendo compromissos da corporação.

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