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CASO EMANUELLE – Autoridades falam sobre as investigações

Armas dos policiais foram recolhidas e inquérito está sendo conduzido por delegacia de Bagé

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Novas informações sobre o Caso Emanuelle foram divulgadas pelas autoridades envolvidas. Embora ainda não haja uma conclusão oficial sobre a maioria dos questionamentos, como a causa da morte, de onde partiu o disparo que atingiu a vítima e a forma como a operação foi conduzida, alguns procedimentos que estão sendo adotados tanto pela Polícia Civil, quanto pela Brigada Militar vem a lume.

Delegado André de Matos Mendes

Respondendo interinamente pela Delegacia de Polícia de Dom Pedrito, Mendes disse à nossa reportagem que se deu por impedido de conduzir o inquérito, uma vez que o mandado judicial foi cumprido por policiais de sua própria delegacia. Assim, a delegada Daniela Borba, de Bagé, está à frente da investigação. Outra informação interessante é que as armas que os policiais civis utilizavam na data da operação, foram recolhidas para perícia, mesmo eles não tendo participado do confronto com o criminoso.

Delegada Daniela Borba

A delegada Daniela Borba confirmou que o caso está sob sua responsabilidade e que as investigações estão em curso. Nesse momento, ele aguarda o resultado da perícia, que deverá apontar o calibre e o tipo de arma de onde partiu o disparo que atingiu a vítima.

Capitão Patrique Rolim

Comandante da Brigada Militar em Dom Pedrito, o militar concedeu algumas informações. A primeira delas é que foi instaurado no âmbito da corporação um IPM – Inquérito Policial Militar, para apurar o fato e está a cargo do comando regional em Santana do Livramento, pelo mesmo motivo que a Polícia Civil designou um servidor de Bagé, ou seja, para garantir a isonomia da investigação. À semelhança da Polícia Civil, o armamento de todos os militares que estavam de serviço no dia do confronto foi aprendido, ao todo, oito armas de fogo. Elas foram encaminhadas para o IGP onde serão periciadas. Ao mesmo tempo o corpo da vítima foi submetido a exame de necropsia, o que deverá auxiliar na identificação da arma causou a sua morte.

Extraoficial.

Outra fonte disse a nossa reportagem que o projetil que foi removido do corpo da vítima, não seria do mesmo calibre utilizado pela Brigado Militar, que é o .40. Embora ainda não tenha sido divulgado pela perícia, o projétil retirado da vítima é semelhante a 9mm ou 38.

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