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ONG Amigo Bicho fala sobre caso de envenenamento e agressão a cadela na rua Coronel Longuinho

O caso de uma cadela envenada que posteriormente acabou sendo agredida por um homem gerou bastante repercussão e revolta nas redes sociais na noite de ontem (25). O caso ocorreu na rua Coronel Longuinho, próximo à Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE). De acordo com as proprietárias da cadela de seis meses, denominada Aisha, ela estaria envenenada e, no desespero, ido ao pátio de um vizinho, que posteriormente teria agredido o animal e jogado a cadela por cima do muro, colocando ela de volta para o seu pátio.

A ONG Amigo Bicho, através de sua vice-presidente, Anne Fagundes, esteve no local conversando com os proprietários do cachorro e o suposto agressor, que estava acompanhado de sua esposa quando recebeu a voluntária.

“Como causa animal podemos afirmar que maus tratos é crime previsto em lei. Utilizar de agressão em animais é sim equiparado a agredir uma criança. A situação é que existem dois lados. Para não ocorrer problemas com vizinhança, os animais devem estar dentro de seus pátios, com comida, água e proteção. Se estão na rua, estão a mercê de perigos, veneno, atropelamento, maldade. A versão do senhor, que é vizinho do animal, informa que por várias vezes necessitou arrumar o cercado que é invadido pelos animais, e ainda que os animais estavam com “fome”, pois comeram seis pintos que estavam em seu pátio. Primeiro, não é correto colocar na rua o seu animal sendo que ele possui uma casa e, para evitar problemas, a maior necessidade é a conscientização e educação em relação a guarda responsável dos animais. Questão cultural de uma cidade que, infelizmente, não cuida dos animais. Problema de uma cidade que não entende que lugar de cachorro é dentro do pátio e não na rua, não na casa do vizinho fazendo as necessidades, não na rua podendo morder humanos e outros animais. Educação e amor aos animais. Um pouco de sensibilidade e paciência, é o que pedimos”, declarou Anne.

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