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Dom Pedrito – Novo terminal rodoviário é sonho de longa data

Como já é de conhecimento público, uma primeira licitação realizada pelo governo do Estado do RS, para concessão dos serviços de Estação Rodoviária em Dom Pedrito, havia resultado “deserta”, o que significa: nenhuma empresa ou consórcio demonstrou interesse na concorrência pública.

 

Já no dia 6 de novembro passado, às 15h, nova tentativa da Secretaria da Administração e Recursos Humanos (SARH) estadual igualmente foi infrutífera. Outra vez nenhum interessado se apresentou para concorrer.

Desta forma, aguarda-se que seja providenciada uma terceira licitação, com o que, se novamente resultar “deserta”, possibilitará, pela legislação atual, que seja dispensado o processo licitatório e haja negociação direta entre o Estado e algum eventual interessado na concessão.

 

Por outro lado, a atual administração municipal já manifestou, no início deste ano, que, se preciso fosse, a prefeitura encamparia os serviços, providenciando para que Dom Pedrito tivesse, enfim, uma Estação Rodoviária à altura de sua comunidade.

 

De qualquer forma, o povo pedritense espera, impacientemente, para que, de alguma forma, o impasse seja resolvido e não tenhamos que continuar por mais alguns anos convivendo com a realidade atual, que, convenhamos, é para lá de deficitária: ônibus estacionando em oblíquo, ocupando metade da rua Abreu Fialho, em frente a instalações que não passam de uma casa adaptada para funcionar como Rodoviária; inexistência de boxes onde estacionem os coletivos, no que resulta que os passageiros, em momentos de chuva, por exemplo, desembarquem à céu aberto, sem qualquer proteção; devendo ainda ser mencionado que o local onde está a Rodoviária, dadas as condições do terreno e a falta de vazão das águas das chuvas, não raras vezes resulta que o entorno acumule água e os passageiros dos ônibus ainda enfrentem esse desconforto no momento de 
desembarque.

Ressalve-se, também, que há alguns anos atrás pelo menos três empresários pedritenses demonstraram interesse em participar de uma eventual licitação para a concessão dos serviços de Rodoviária, sendo eles: 

Rui Machado, Valdomiro Brugnara e Ricardinho Pilecco. Todos desistiram de esperar por uma licitação que nunca saía e acabaram abrindo mão do investimento, o que é perfeitamente compreensível.

 

As licitações chegam com atraso. A população é quem sofre as conseqüências. Mas, o Estado e/ou a Prefeitura ainda podem reverter esse quadro. É o que todos nós esperamos. 

Por: Silvio Bermann

Setor de Jornalismo: portal@qwerty.com.br

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