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RS – Estado tem maior redução no déficit habitacional, indica Ipea

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O Rio Grande do Sul é o estado com a maior redução no déficit habitacional com decréscimo de quase 32% (-31,8%), conforme pesquisa divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) nesta segunda-feira. Elaborado com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD-2012), o estudo mostra que o déficit de 10% do total dos domicílios brasileiros registrados em 2007 caiu para 8,53% em 2012, o que representa 5,24 milhões de residências. 

 

A participação das metrópoles no déficit total do País praticamente manteve-se estável  nos últimos cinco anos, correspondendo a cerca de 31% do total brasileiro. Em termos  absolutos, o déficit metropolitano concentrou-se, em 2012, nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza e Distrito Federal, nessa ordem.

 

Segundo o estudo, a importância da metrópole na composição do déficit dos seus respectivos estados é relevante. Considerando o limite de corte para as regiões metropolitanas com participação superior a 40% do déficit total do estado, cinco delas se enquadram nesta categoria: Porto Alegre (41%), Recife (43%), Fortaleza (50%), São Paulo (50,5%) e Rio de Janeiro  (73%). Na capital gaúcha, havia em 2007 um déficit habitacional de 116.800 residências. Em 2012, o número passou para 74.575, o equivalente a uma queda de -36,15% e participação estadual de 40,84%.

 

Ainda segundo a análise, o déficit brasileiro é majoritariamente urbano (85% do total), restando à área rural um número aproximado de 742 mil famílias nesta condição em 2012. Enquanto o déficit urbano praticamente se manteve estável neste período, o rural caiu em aproximadamente 25%.

 

O único componente que apresentou elevação no período de 2007 para 2012 foi o ônus excedente de aluguel, que passou de 1,75 milhões de domicílios para 2,293 milhões (aumento aproximado de 30% em cinco anos). Ressalte-se, no entanto, que o mercado de locação de imóveis urbanos pode ter sofrido da mesma alta que foi observada no mercado de compra e venda de imóveis, o que explica o fato de uma maior parcela de famílias ter comprometimento superior a 30% de sua renda familiar.

(Fonte: Correio do Povo)

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