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Júri Carlos Leomar II – Vítima e testemunha prestam seus depoimentos

Na sequência dos trabalhos, depoimentos foram prestados à defesa e acusação

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Aos questionamentos do Promotor Leonardo Giron, Dilson Alves Costeira disse que estava no bar da Eva e que em determinado momento a mulher (irmã do agressor), lhe pediu dinheiro, Dilson disse que não tinha, mas no fim acabou dando algumas moedas que possuía no bolso. Momentos depois chega Carlos Leomar, lhe segura pela roupa e desfere as facadas, todas pelas costas. Dilson falou que não ofendeu nem a mulher nem qualquer pessoas. Dilson ficou internado por cerca de duas semanas na Santa Casa de Caridade de Dom Pedrito.

A defesa também formulou suas perguntas, no sentido de tentar entender como os fatos se deram, ao que Dilson narrou o que se lembrava do dia, inclusive, sobre o depoimento que a dona do bar prestou à polícia, que aparentemente contrasta em algumas partes em relação à versão da vítima.

A irmã do agressor, por sua vez, trouxe a sua versão com relação ao dia do crime. Na condição de testemunha, disse que foi muito ofendida por Dilson, que a chamou de louca e de outras expressões chulas. Portadora de patologia mental, fato confirmado por ela mesma, ela apresentou os medicamentos que faz uso. Respondendo às perguntas da defesa e da acusação, ela foi questionada sobre alguns pontos em relação ao fato e ao depoimento que prestou no início da investigação.

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