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Caso Lucas – advogado de Airton Willian começa sua defesa

Defesa nega que Willian tenha atropelado Lucas em setembro de 2013

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Dr. Eduardo Coelho Albuquerque Barros, advogado de Willian, começou falando da situação difícil que seu cliente estava ao ser julgado pela morte de um amigo de infância. Que seu cliente é um trabalhador desde os 12 anos de idade. Contestou a acusação de que Willian estaria disputando “raxa”, por uma impossibilidade material – um Corsa 1.0 contra uma Camionete Silverado. Que não há elementos nem provas testemunhais para afirmar categoricamente que Willian estava disputando uma corrida de carros. Que Willian não atingiu um corpo de alguém, mas sim, Alex.

Seu advogado alega que Willian fugiu do local única e exclusivamente por não possuir CNH – Carteira Nacional de Habilitação; que ele não escondeu o carro em casa, mas teria apenas guardado. Narrou o caso em que ele próprio se envolveu em um caso semelhante e que os efeitos foram parecidos. Nessa oportunidade o advogado de defesa conduzia um carro do mesmo porte a muito baixa velocidade.

Dr. Eduardo sustentou que, por vezes, algumas testemunhas tem a tendência em fantasiar situações que de fato não aconteceram, como o fato de o barulho da camionete sugerir que ela estava em alta velocidade.

A questão do “dolo” – intenção em cometer o crime, está muito controversa na visão da defesa, visto a interpretação da legislação dá a entender que crimes dessa natureza está praticando homicídio culposo, ou seja, sem intenção, sem assumir o risco.

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