- DestaquesNOTÍCIAS

Tanise Marques Soares é absolvida por inimputabilidade

Laudo psiquiátrico foi determinante na absolvição do crime de homicídio, porém ela deverá ser internada em um instituto psiquiátrico forense

Textos, fotos e vídeos do Portal Qwerty estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral, sendo vedada a reprodução em qualquer meio de comunicação sem autorização prévia.

Ocorreu nesta quarta-feira (05), o primeiro júri do mês de dezembro. A ré Tanise Marques Soares, foi julgada pelo homicídio de José Marques Soares. O crime ocorreu no dia 03 de julho de 2013, na na Avenida Barão do Upacaraí. O magistrado Luis Filipe Lemos Almeida presidiu o julgamento. O Promotor de Justiça, Leonardo Giron, foi responsável pela acusação do Ministério Público, já a ré Tanise, teve sua defesa realizada pelo Defensor Público, Richard Ivan Fernandez Noguera de Santana do Livramento.

Os trabalhos tiveram início na parte da manhã, quando o Juiz da 1ª Vara da Comarca de Dom Pedrito, Luis Filipe Lemos Almeida, disse aos jurados e aos presentes, como o júri iria funcionar. Logo em seguida, foram sorteados os jurados, e posteriormente o início do julgamento.

Inicialmente, o Promotor de Justiça, Leonardo Giron, tomou a palavra e explanou por pouco mais de 15 minutos, onde defendeu que a ré fosse absolvida por inimputabilidade (pessoa que possui uma doença mental), acrescentando que os problemas do qual a mesma sofre, a impediram de entender a gravidade do ato cometido.

O Promotor disse também, que se o laudo tivesse chegado antes da pronúncia, ela nem seria submetida ao Tribunal do Júri. Logo em seguida, foi a vez do Público, Richard Ivan Fernandez Noguera. Ele seguiu na mesma linha, apresentando inclusive um laudo assinado por uma junta médica, atestando a incapacidade mental de Tanise. Ao final, os jurados decidiram pela absolvição por inimputabilidade.

Ainda conforme a sentença, o ato da ré foi capitulado no artigo 386 do Código Penal, sendo aplicada como medida de segurança sua internação em hospital de custódia e tratamento psiquiátrico, pelo prazo mínimo de um ano, a qual perdurará enquanto não for averiguada, mediante perícia médica, a cessação da periculosidade. Como ela foi absolvida e respondeu o processo em liberdade, sem notícia de novos crimes durante este período temporal, poderá recorrer em liberdade.

Notícias relacionadas

Botão Voltar ao topo
Fechar

Adblock detectado

Por favor, considere nos ajudar desabilitando o adblocker no seu navegador.