Pesquisa mostra que gaúchos devem utilizar o 13º salário na compra de presentes de Natal

    Foto ilustrativa

    De acordo com um levantamento divulgado nesta terça-feira (21) pela Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul – Fecomércio-RS, cerca de 41,9% dos gaúchos pretende utilizar os recursos do 13º salário para a compra de presentes. A pesquisa mostra que pela primeira vez desde 2012 a compra de presentes deverá ser o destino mais comum do 13º salário dos gaúchos. Neste ano, a quitação de dívidas e a formação de poupança surgem como segunda e terceira opção dos gaúchos.

    A Fecomércio-RS acredita que as vendas desse ano deverão crescer 7% em relação ao Natal do ano passado. Cada gaúcho deve desembolsar em média R$ 505,80 com os presentes de Natal, sendo que os homens lideram na previsão média de gastos, com R$ 534,65 contra R$ 486,11 pelas mulheres. A pesquisa sinaliza que cada pessoa vai adquirir, em média, 4,3 unidades de presentes, com custo unitário médio de R$ 117,39. Na percepção dos consumidores, os gastos no Natal 2017 serão inferiores ao do Natal do ano passado.

    Conforme os dados apurados, 43,3% dos entrevistados afirmaram que irão gastar menos ou muito menos do que em 2016, enquanto 22,8% pretendem desembolsar mais ou muito mais. O percentual que planeja direcionar o mesmo valor de 2016 foi de 33,9%. No entanto, quando comparado com o valor médio gasto apurado na pesquisa do ano passado, verifica-se um aumento nominal de 7,6%, o que em termos reais deve representar um aumento em torno de 5%.

    Os tipos de presentes mais comuns neste ano serão artigos de vestuário (75,3%), brinquedos (45,7%) e calçados (18,7%). Vestuário foi citado como primeira opção por consumidores de todas as classes de renda. A modalidade de pagamento à vista mais uma vez será a preferida nas compras de Natal, citada por 73,0% dos gaúchos ouvidos. Dentre os 27,0% que afirmaram a intenção de utilizar o prazo, 45,2% pretendem pagar os presentes entre 4 a 6 parcelas, mostrando um alongamento nos pagamentos na comparação com o ano anterior.

      Fonte: Fecomércio