A indefinição do clássico Ba-Gua

    (Foto: Yuri Cougo/FS)

    O impasse relacionado ao clássico Ba-Gua 426 ainda não teve um desfecho. Pelo menos até as 19h de ontem, a direção do Guarany não tinha enviado à Federação Gaúcha de Futebol (FGF) os laudos exigidos para realização do jogo no estádio Antônio Magalhães Rossell. Isso conforme o diretor do departamento profissional da entidade, Clóvis Martins. Se não fosse enviado dentro do novo prazo estipulado, automaticamente o mando de campo seria transferido para o estádio Boca do Lobo, em Pelotas. As informações são do Jornal Folha do Sul.

    Cabe salientar que o prazo inicial para definição do mando de campo era na segunda-feira – 72 horas antes da partida, que está marcada para amanhã. Entretanto, como a vistoria dos bombeiros estava agendada para ontem, a direção alvirrubra pediu para o presidente Francisco Noveletto que estendesse o prazo para ontem – o que de fato ocorreu. Dos cinco documentos necessários, três o Guarany já tinha finalizado: os laudos da Vigilância Sanitária, meio ambiente e engenharia. Os que faltavam correspondiam à Brigada Militar e bombeiros.

    A previsão inicial era de que a vistoria dos bombeiros ocorresse no turno da manhã. Porém, tal ato aconteceu apenas às 14h30min. Na ocasião, os profissionais ligados ao referido órgão de segurança deram aval positivo, com apenas uma ressalva: a ligação dos aparelhos de sinal de emergência do estádio. Porém, tal demanda foi corrigida na mesma tarde. Mas para que o alvará dos bombeiros fosse finalizado, era preciso assinatura do comandante – o que também não tinha se concretizado até o final da tarde. Outro impasse era sobre o laudo de segurança da Brigada Militar que também deveria sair até as 19h de ontem.

    Vale lembrar que o jogo, inicialmente, estava previsto para o dia 13 de agosto, na primeira rodada da Copa Paulo Sant’Ana. Na ocasião, a partida foi adiada pelo mesmo motivo do impasse atual – a regularização do Antônio Magalhães Rossell. Por outro lado, o Bagé também passa por problemas no estádio Pedra Moura. Ou seja, mesmo que houvesse um acordo entre os clubes, a inversão de mando de campo estaria descartada. A preocupação com o Ba-Gua tem um segundo motivo: até a data da última rodada da fase classificatória – 17 de setembro – não há mais agendas disponíveis, no meio da semana, para o duelo. Isso porque, nos dias 7 e 13, o Bagé enfrenta o Grêmio e o Pelotas, respectivamente.

    Jornal Folha do Sul


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