Secretário Municipal de Saúde fala sobre situação dos convênios com especialistas

    (Foto: arquivo)

    A Secretaria Municipal de Saúde continua buscando chegar a um bom termo na questão dos convênios entre a prefeitura de Dom Pedrito e alguns médicos especialistas. Parte desses convênios chegou ao seu final no dia 31 de dezembro passado, quando se encerrou a gestão do prefeito Lídio Bastos, e por alguma razão não foram renovados; outros, continuam vigorando.

    De acordo com o titular da Pasta de Saúde, dr. Ary Castro Neto, o convênio com o neurologista, dr. Carlos Alberto Vieira, de Sant’Ana do Livramento, estende-se até agosto próximo e será renovado com a ampliação dos atendimentos. Hoje, o médico atende duas vezes por semana em Dom Pedrito e a intenção da Secretaria de Saúde é tornar esses atendimentos com o neurologista semanais.

    Com relação ao setor de Traumato/Ortopedia, como não há convênio em vigor, atualmente, em Dom Pedrito, os atendimentos mais convencionais, como as fraturas simples, vêm sendo encaminhados para a Santa Casa de Bagé, que é referência SUS na região; enquanto que os casos de alta complexidade, como as próteses, são encaminhados para Rio Grande. “Queremos serviços melhorados nessa área”, anuncia o secretário Ary, referindo-se ao que será buscado na próxima licitação com especialistas do setor. Pelo convênio anterior, por exemplo (que se encerrou em 31 de dezembro passado), os pacientes locais, em caso de necessidade de imobilização com gesso, precisavam se deslocar até Bagé, mesmo que fossem atendidos em um primeiro momento em Dom Pedrito pelos especialistas. O secretário Ary pretende melhorar essa situação, somente transladando pacientes para Bagé nos casos mais complexos.

    Outros setores que estão sendo avaliados para eventuais contratos são as especialidades de Psiquiatria e Otorrinolaringologia. No caso do médico psiquiatra, atualmente, o dr. Rafael Ribeiro, de Bagé, está vindo com regularidade para Dom Pedrito e seus serviços são adquiridos pela prefeitura, mas apenas nos casos em que há demanda judicial.

    Por: Silvio Bermann


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