Vias pavimentadas também necessitam de reparos; levantamento está sendo realizado

    Alvos de críticas, as ruas do município apresentam problemas como buracos e formação dos chamados “borrachudos”. Nos bairros a questão é retratada seguidamente pelos moradores, seja nas redes sociais ou através do contato direto com a imprensa. Mas chama atenção também os problemas apresentados nas ruas pavimentadas com pedra irregular, muitos deles, notadamente, nas vias utilizadas para escoar a safra.

    Na manhã desta terça-feira (13), a reportagem visitou alguns pontos onde há maior reivindicação de melhorias por parte de condutores. Na rua Major Alencastro da Fontoura, proximidades com o Asilo da Velhice há um borrachudo, onde é necessários que os motoristas desviem pela contramão. Na mesma via, antes de chegar a Júlio de Castilhos, deformações no calçamento atrapalham o trânsito. Na rua David Canabarro, principal acesso a Vila Argeny, a situação também não é favorável aos condutores, já que a via apresenta alguns buracos e deformações em sua extensão.

    Outras ruas, como 21 de Abril e Professor Pamplona também são alvos constantes de reclamações. Recentemente, na rua Professor Pamplona, um motociclista caiu ao tentar desviar de buracos. Obviamente, vias fora da rota da safra também possuem algumas deficiências, devido ao tempo sem uma manutenção adequada.

    A reportagem entrou em contato com o secretário de Obras, Viação e Serviços Públicos, Jorge Romano Vogel. Questionando se existe algum planejamento para buscar uma solução para estas vias, Vogel diz que há uma equipe responsável pelas ruas. “Fechamos alguns buracos. Vamos entregar, em breve, assim que diminuir as horas extras, apurando os buracos maiores, um projeto para a Secretaria do Planejamento visando à terceirização da manutenção. Os buracos menores ficarão a cargo da Secretaria de Obras”.

    Nem todos os buracos nas vias são de responsabilidade do município. Em locais onde a Corsan precisou abrir para executar serviços de manutenção, por exemplo, a responsabilidade da reposição do calçamento é de uma empresa terceirizada, igualmente alvo de críticas por parte dos munícipes.