Executivo busca alternativa para resolver impasse do antigo aterro sanitário

    No final de janeiro, a Qwerty Portal de Notícias publicou notícia informando que o município foi multado pela Fundação Estadual de Proteção ao Meio Ambiente (Fepam). O valor da multa aplicada foi de R$ 19 milhões. A quantia substancial deve-se ao não cumprimento de um Termo de Compromisso Ambiental (TCA), assinado durante a administração Francisco Alves Dias (2005 – 2012) para remediação da área do aterro.

    Para atualizar a situação, a reportagem conversou com a coordenadora do Departamento de Meio Ambiente (Dema), Carolina Munhoz. Conforme o prefeito Mário Augusto, em entrevista na matéria divulgada em janeiro, a multa é impagável, mas Carolina aponta que o município busca alternativas para contornar a adversidade.

    “Elaboramos um projeto para ver o que deve ser feito. Este projeto, atualmente, está com o Departamento Jurídico da Corsan e eles estão analisando a possibilidade de através do Fundo de Gestão Compartilhada, onde há um valor destinado a esse tipo de ação, possibilitar a execução do projeto necessário naquela área”, conjectura a coordenadora.

    O processo ainda depende, portanto, da sinalização positiva da Corsan. Questionada sobre os valores necessários a serem investidos na execução do projeto, ela ressalta que ainda é necessária uma atualização da empresa que realizou o estudo. “Fizemos, após a comunicação do valor da multa, várias ações internas para sabermos da situação”.