Aspedef é referência na oferta de atendimentos em fisioterapia

    (Fotos: Silvana Antunes)

    Com cerca de 30 atendimentos diários e uma sala totalmente equipada para o tratamento de uma diversidade de enfermidades, a Sala de Fisioterapia da Associação Pedritense do Deficiente Físico (Aspedef) é referência em Dom Pedrito.

    Com dois profissionais para o atendimento de pacientes, Oberdâ Xavier, cedido pela Prefeitura e, Sabrina Trojahn, contratada com recursos próprios da Aspedef, a entidade prioriza atendimentos para portadores de deficiência, além de ser destaque em atendimentos neurológicos e traumatológicos.

    Os atendimentos são ofertados de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mediante encaminhando médico. A Aspedef não recebe nenhum retorno financeiro pelos atendimentos ofertados.

    Segundo o fisioterapeuta Oberdâ Xavier, a sala está equipada de forma a atender pacientes com qualquer tipo de problema. Entre as aparelhagens disponíveis, podem ser citados Turbilhão, Corrente Russa, FES, Ondas Curtas, Ultrassom, Infravermelho, além de equipamentos para mecanoterapia, tais como barras paralelas, tatame, bicicleta estacionária, bicicleta ergométrica, escada de canto, guincho e mesa ortostática. “A sala está muito bem equipada, procuramos estar sempre atualizados, adquirir novos equipamentos. É raro deixarmos de atender um paciente por falta de um aparelho. Na região não conheço uma sala tão bem equipada”, afirma Xavier.

    Relato de usuário

    Em atendimento na Aspedef por problema de Epicondilite (degeneração dos tendões que se originam no cotovelo), o dentista Lucio Couto diz que a entidade destaca-se, principalmente, pelo tratamento dispensado aos pacientes. “Meu pai recebeu um ótimo tratamento e atualmente, recebo a mesma atenção. A Aspedef ocupa um importante lugar na comunidade pedritense. O trabalho é excelente, o tratamento dispensado aos pacientes  é gentil, caridoso e humano, fato que muito ajuda na recuperação”, afirma o dentista.

    Grupos de apoio

    A fisioterapeuta Sabrina Trojahn, além dos atendimentos com o uso de aparelhos, destaca o trabalho em grupos de apoio, como forma de integração, apoio e continuidade de tratamentos.

    A fisioterapeuta expõe o trabalho dos grupos de AVC, Parkinson  e trabalhos manuais. “Com os exercícios manuais é trabalhada a motricidade fina. O lazer, aliado a atividade de reabilitação ou prevenção de agravantes, é capaz de trazer grandes retornos positivos para o paciente.Os grupos auxiliam muito o atendimento fisioterápico”, esclarece Sabrina, acrescentando que os tratamentos nos grupos possibilitam um trabalho multidisciplinar, principalmente no que refere-se ao lado emocional do paciente. “Percebemos uma grande melhora nos pacientes participantes do grupo, eles têm a auto-estima elevada”.