Governo vai nomear 2 mil PMs e 661 policiais civis

Anúncio foi dado através de uma transmissão ao vivo no Facebook (Foto: Reprodução)

O governador José Ivo Sartori concede entrevista coletiva na manhã desta quinta-feira (30) para detalhar o plano para a área de segurança pública no Rio Grande do Sul. Entre as medidas está a nomeação, a partir de agosto, de todos os aprovados nos concursos da Brigada Militar e Polícia Civil. O chamamento dos profissionais será feito em três etapas, com 2 mil novos brigadianos e 661 policiais civis até dezembro de 2017.

1ª etapa de nomeações
530 policiais militares serão chamados de agosto de 2016 a fevereiro de 2017.
221 policiais civis entre agosto e dezembro de 2016.

2ª etapa de nomeações
770 brigadianos de janeiro a julho de 2017.
220 policiais civis entre janeiro e junho de 2017.

3ª etapa de nomeações
700 brigadianos de julho a dezembro de 2017.
220 policiais civis de julho a novembro de 2017.

Também foi confirmada a realização de concursos para o Instituto Geral de Perícias (IGP) e para a Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe). Para o IGP serão 106 novos servidores e na Susepe serão 700 agentes penitenciários. As provas serão aplicadas este ano, com nomeação até o ano que vem.

Além disso, o governo anuncia medidas imediatas para qualificar as operações policiais e o trabalho de investigação. Entre elas está a liberação de R$ 52 milhões para horas extras e diárias na área da segurança até dezembro de 2016. O objetivo é duplicar as ações da operação Avante.

O governo também planeja investir até dezembro deste ano R$ 30,5 milhões na aquisição de viaturas, armamento, equipamentos de segurança para os agentes da BM, Polícia Civil, Susepe e IGP.

O plano inclui também a redução do déficit de vagas no sistema prisional, com obras em presídios. No Central, em Porto Alegre, serão reconstruídos nove pavilhões. O objetivo é que a unidade fique com um número total de 1.746 vagas. Serão ainda erguidos os módulos dois, três e quatro do presídio de Canoas, com 2.415 novas vagas. O projeto ainda prevê 672 vagas em Guaíba e construção de três novos presídios em locais ainda não definidos.

Gaúcha