Parte do funcionalismo público reivindica seus direitos em frente à Prefeitura

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    Os sindicatos dos Municipários e dos Professores Municipais se mobilizaram na manhã desta quinta-feira (17), em frente à Prefeitura. O ato envolveu muitos professores e demais servidores municipais. Após a concentração ter se iniciado, por volta das 8h, uma representação de sindicalistas reuniu-se no Salão Nobre da Prefeitura, onde o prefeito Lídio Bastos ouviu as reivindicações dos representantes.

    Como já divulgado ontem pela nossa reportagem, eles reclamavam da falta de pagamento do piso do magistério, da suspensão da liminar que impede o pagamento de licença prêmio do piso dos Agentes de Saúde e do projeto de aumento em 20% nos provimentos dos cargos de Auxiliar Administrativo padrão 10.

    Durante seu pronunciamento, o prefeito manifestou total apoio e disse que é um direito de todos reivindicarem uma valorização profissional. Sobre o plano de carreira, ficou decidido que ocorrerá uma reunião no próximo dia 22 para tratar do assunto.

    O projeto referente à licença prêmio será reenviado ao Poder Legislativo para apreciação e votação. O projeto diz que as licenças prêmio serão pagas mediante aposentadoria e em casos de graves enfermidades.

    Sobre os Agentes de Saúde, a secretaria da Fazenda analisou o impacto financeiro nas contas do município e manifestou que, no momento, não existem recursos disponíveis, e que precisaria de uma suplementação orçamentária.

    Já quanto ao aumento de 20% sobre os salários dos auxiliares administrativos que, segundo a comissão formada, é uma reivindicação de vários anos ­- visto que os mesmos executam tarefas de “Oficial Administrativo”, que é um quadro em extinção dentro do serviço público, sem receber o salário pertinente à função – será retirado por parte do Executivo o projeto que já está na Câmara de Vereadores para adequações futuras.

    Mais reclamações

    A manifestação, que foi totalmente pacífica, teve mais reclamações quando um automóvel Parati de cor preta, quase atingiu uma professora que estava manifestando. “O carro passou por cima da calçada e o motorista acelerava bastante”, disse uma professora.

    Outro fato que causou bastante indignação por parte dos manifestantes, foi o fato de uma máquina e um caminhão começarem a realizar obras em um buraco no local onde alguns manifestantes estavam. “É uma falta de respeito. Eles passaram por quem quando eram crianças, adolescentes e já adultos? Pelos professores, que hoje são desvalorizados”, disse outra professora. 

    Setor de jornalismo: portal@qwerty.com.br


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