Dom Pedrito – Suspeita de furto é novamente detida pela Brigada Militar

    17/dezembro/2015 às 00h00min
     Atualizado quinta-feira, dia 17 de dezembro de 2015 às 00h00min
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    Por volta das 16h desta quinta-feira (17), um senhor de 74 anos chegou a uma farmácia localizada na Avenida Rio Branco, estacionou o seu carro e deixou a chave na ignição. O que ele não esperava, era que uma jovem de 21 anos de idade – já conhecida e com diversas passagens pela polícia, estivesse observando toda a situação e planejando furtar o seu carro. 

    De acordo com a Brigada Militar, ela entrou na farmácia para averiguar a situação da vítima e logo após saiu do local e furtou o automóvel Escort, saindo em disparada em direção ao bairro São Gregório. Os policiais foram informados do fato através de denúncia pelo 190 e saíram atrás da suspeita. “Próximo ao São Gregório, recebemos a informação de populares que ela teria ido em direção a Vila Arrué”, disseram os policiais que atenderam a ocorrência. 

    Os PMs encontraram a suspeita na Rua Antenor Madruga, na Vila Arrué. Ela avistou a guarnição da Brigada Militar, parou e desceu do carro alegando que havia pego o veículo emprestado. A suspeita foi conduzida à Delegacia de Polícia para registro de ocorrência e logo após foi liberada pela autoridade policial, que alegou não haver flagrante. 

    Segundo furto em menos de um mês

    Em menos de um mês, esta é a segunda vez que a mulher é detida suspeita de furto de veículo. Na noite de 29 de novembro, ela também foi detida pela Brigada Militar após furtar o carro de um homem de 54 anos e bater o automóvel três vezes em uma mesma caminhonete. O fato ocorreu no bairro Sagrada Face, próximo ao Parque de Exposições. 

    De acordo com boletim de ocorrência, a jovem disse aos policiais que teria pego o carro emprestado com a vítima – fato este contrariado pelo homem, que afirmou que teria pago por um programa com a mulher e, após o programa, a mesma acabou furtando o seu carro sem ele saber. 

    As partes foram conduzidas à Delegacia de Polícia, onde foram ouvidas e logo após liberadas. O crime foi registrado como “fato, em tese, atípico – possível furto”. Segundo a ocorrência, devido às divergências entre vítima e acusada, será instaurado um inquérito policial para verificar se realmente houve o furto.

    Setor de jornalismo: portal@qwerty.com.br